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Carros do Futuro

By : Turma Mecânica IFPR
Em um futuro nem tão distante, começaremos vivenciar algo visto em muitos filmes, como em Eu Robô, onde carros irão dirigir sem a interferência direta de humanos.Essa revolução automobilística abrirá milhares de portas de empregos para os profissionais da engenharia e necessitará uma auto qualificação dos mesmos.



A inovação na tecnologia automobilística traz para o mercado carros mais limpos, baratos, seguros e mais desenvolvidos. Agora, no século 21, os carros podem estar prestes a sofrer uma grande revolução que mudará nossa forma de interagirmos com esses veículos, com o desenvolvimento da autocondução.

Essa tecnologia de autocondução nada mais é do que uma forma segura e eficaz de condução, na qual não seria necessário um condutor humano para guiar e sim um conjunto de tecnologias de sensores e de sistemas de controle, que determinariam as ações de forma mais segura e eficaz.

Como dirigirá sozinho?

Para o carro dirigir sem a presença de um humano, ele necessita basicamente de: Radar para determinar as distâncias dos objetos ao redor do carro; GPS e sensores de movimento; Câmera de vídeo para detectar semáforos e obstáculos na pista; Mapeamento guiado por laser; Estimador de precisão para ajudar a localizar a sua posição no mapa.

Esse tipo de carro já está sendo criado, e especialistas dizem que até o ano de 2020 ele já estará no mercado, com isso se pressupõe que o número de acidentes irá diminuir drasticamente, pois aproximadamente 90% dos acidentes são causados por erros do motorista.



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Usinagem de materiais ultra-duros.

By : Turma Mecânica IFPR
Seria possível amolecer um material para trabalhar mais facilmente? Vamos descobrir!

A usinagem -processo de retirar material de um metal- normalmente é realizada com ferramentas de diamante, que tem como características o alto custo e desgaste elevado. Se é difícil encontrar um material mais duro do que o diamante, e que seja barato, então a saída pode ser amolecer o material para que seja usinado. Foi justamente isto que Patten e seu colega Deepak Ravindra conseguiram: eles desenvolveram um sistema que usa um laser para amolecer na medida exata o material que está sendo trabalhado. Normalmente o calor é um problema nos processos de usinagem, o que exige o resfriamento da ferramenta e da peça. Mas o calor do laser cuidadosamente aplicado amolece o material apenas o suficiente para que ele usinado mais facilmente, aumentando a vida útil da ferramenta de diamante. A ferramenta híbrida também reduziu o número de quebras e fraturas nas peças, tornando o material mais forte ao melhorar sua integridade. "O sistema resolve todos os principais desafios associados com a manufatura de materiais duros e quebradiços, como as cerâmicas e os semicondutores", disse Ravindra.

O μ-LAM (MICRO LAM), utiliza uma ferramenta de corte de diamante, juntamente com um laser de alta intensidade. A energia do feixe de laser fornece uma fonte de calor focalizada na zona de corte abaixo da ferramenta, sendo o suficiente para suavizar termicamente o material da peça durante o contato com a ferramenta de diamante. Este amolecimento induzido por laser reduz a dureza da zona de usinagem durante a remoção do material. O desgaste da ferramento também é minimizado. A grande vantagem é que a técnica pode ser utilizada nos equipamentos atuais, apenas adicionando uma espécie de cabeçote responsável pela aplicação do laser.




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Material mais duro que diamante rumo à escala industrial.

By : Turma Mecânica IFPR
Pesquisadores russos conseguiram sintetizar um material mais duro que o diamante. O material é chamado de Fulerita.

Fulerita é um polímero(espécie de "plástico") composto de fulerenos. Os fulerenos são uma das formas alotrópicas do Carbono, sendo a terceira mais estável depois do diamante e o grafite. O diamante e o grafite são duas substâncias simples bem diferentes uma da outra, mas são formadas pelo mesmo elemento químico, e isso se dá pelas diferentes formas alotrópicas do Carbono.



A Fulerita tornou popular entre os químicos, tanto pela sua beleza estrutural quanto pela sua versatilidade para a síntese de novos compostos químicos.


Ferramenta feita de Fulerita.

Os diamantes naturais têm uma dureza entre 70 e 150 gigapascals (GPa), mas a Fulerita fabricada segundo o novo processo atinge durezas que vão dos 150 aos 300 GPa. A descoberta de um material mais duro que o diamante cria uma nova área de pesquisa na ciência dos materiais, pois demonstra que é possível a sintetização de um material ultraduro em escalas industriais. O fulereno citado é o C60: 60 átomos de carbono dispostos na forma de um icosaedro,com um diâmetro de aproximadamente 1 nanómetro, ou seja, são 60 átomos de carbono dispostos em um formato que lembra uma bola de futebol. Essas “bolas de futebol” podem se unir formando moléculas, e a organização dessas moléculas é quem diz a dureza do material.

Esquema de uma molécula de fulereno C60.



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Laboratório de Mecânica.

By : Turma Mecânica IFPR
Os laboratórios de mecânica do Instituto Federal do Paraná(Campus Paranaguá), construídos a partir do final do ano de 2010, e inaugurados em maio de 2014, tiveram investimentos de aproximadamente um milhão de reais, estes, vem contribuindo e participando ativamente da formação dos alunos do curso técnico em mecânica e tecnólogo manutenção industrial.


Bloco de Mecânica do Campus Paranaguá

É proporcionado aos alunos, contato com alta tecnologia na área estudada, influenciando em sua formação.

O Prof. Dr. Ricardo Adriano dos Santos, professor da área de mecânica, respondeu perguntas sobre o projeto e os benefícios proporcionados pelos laboratórios:


Laboratório de Usinagem

Em base de que foram projetados os laboratórios de ensino?

Haviam três cursos com necessidade de aulas praticas, então, foram projetados 13 laboratórios com contribuição decisiva na formação dos alunos.

Já é possível sentir resultados proporcionados pelos laboratórios?

Os alunos aproveitam melhor as aulas com a prática, podendo sair da teoria, é possível aprender fazendo, observando, desenvolvendo técnicas como, por exemplo, na caracterização de materiais, técnicas de processos de fabricação, conformação, usinagem, soldagem, automação industrial.

Assim, o aluno pode perceber na prática por exemplo sistemas automatizados, utilizando hidráulica, pneumática, controles lógicos programáveis, além de poderem trabalhar em simulação com softwares de automação, projetos e SolidWorks.

Qual a diferença que os laboratórios trazem para a formação do aluno?

Quando o aluno consegue aplicar tecnologia de ponta de ponta, não somente a nível escolar, como na realidade da indústria, sendo aquilo que aprendem com os equipamentos aqui do campus, o aluno tem uma formação mais real, e se torna mais fácil aplicar o conhecimento da prática na vivencia da indústria, podendo desenvolver bem sua profissão de técnico ou tecnólogo em manutenção industrial.



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Petrobras: um futuro certo.

By : Turma Mecânica IFPR
Não é por menos que a Petrobrás há 6 anos vem revezando com a Google a liderança de pesquisas relacionadas às empresas dos sonhos dos jovens brasileiros. Tudo isto em decorrência da grande “ascensão profissional” que pode ocorrer com a maioria das pessoas que lá conseguem ingressar como funcionário.
As chances de ingresso na empresa, que tem grande prestígio hoje em dia, são maiores devido à programas como auxílio educação, bolsas para escolas técnicas, incentivos para pós graduação entre outros.

Com a conquista de um emprego na Petrobras, há uma grande possibilidade de crescimento profissional; com a avaliação de seu desempenho, é possível receber uma promoção. A carreira tem níveis como: Junior, pleno, sênior, consultor e gerente.

Existem também níveis de maior excelência como Diretor e Presidência da empresa, sendo que estes dois só são aprovados pelo Conselho de Administração da Petrobrás, indicado pela presidência da república.


Reunião sobre instruções de trabalho.

O que deve se fazer para conquistar um emprego na Petrobras?

Existem duas formas para conseguir um emprego na Petrobrás: concurso público e programas de estágios.

Concurso público:
Feitos por meio de inscrições normalmente pelo site (www.cesgranrio.org.br). As provas têm uma taxa de inscrição. Tais provas se assemelham a provas de vestibulares para universidades, porém com um olhar mais prático que teórico.
Há também vários editais informando as profissões oferecidas, locais disponíveis, locais de provas, salários, data da prova entre outras informações.

Um dos grandes atrativos para os aprovados é o pacote de benefícios. Além do salário-base e da participação nos lucros, oferece também previdência complementar, benefícios educacionais para filhos de empregados (da creche ao ensino médio) e plano de saúde (médico, odontológico, psicoterápico e benefício farmácia).

Quais os canais de contato com a Petrobras, nos casos de dúvidas sobre processos seletivos públicos?

Existe o e-mail concursos@petrobras.com.br e o telefone (21)3224-2011 para tirar dúvidas e fornecer informações a respeito dos processos seletivos públicos. Também há outros canais corporativos, como o da Ouvidoria (ouvidoria@petrobras.com.br)

Programa de estágios

A segunda forma de entrar na Petrobras são os estágios. Para ser estagiário é necessário atender alguns pré-requisitos:

• Estar em situação de vulnerabilidade social (a partir da renda familiar e do Cadastro Único do Governo Federal);

• Ter entre 15 e 21 anos e 11 meses (para vagas das áreas administrativas);

• Ter entre 17 anos e 9 meses e 21 anos e 11 meses (para vagas nas refinarias e em laboratórios de pesquisa);

• Frequentar o sistema de ensino regular;

• Residir no entorno das unidades da Petrobras.

O Programa tem duração de dois anos. Instituições sociais conveniadas assinam a carteira do jovem aprendiz, com o pagamento de um salário mínimo, 13º salário, férias, FGTS, além de auxílio para alimentação e transporte.

Além das admissões e do pagamento dos salários, as instituições são responsáveis pela gestão, orientação, docência, supervisão e acompanhamento de todo o Programa.

Durante a vivência profissional, os aprendizes terão supervisão dos gestores locais das unidades da Petrobras.



Como fazer para ingressar em um estágio?

Cada local realiza seu processo seletivo em uma data determinada, que depende do término da edição anterior do Programa. Somente após dois anos do início de cada edição é que as instituições e os comitês locais da Petrobras iniciam a seleção dos jovens, com novas inscrições.

As normas e procedimentos de recrutamento e seleção são de responsabilidade dos comitês locais. Distribuídos em 29 regiões do PPJA pelo país, eles têm autonomia para executarem seus processos seletivos.

No estado do Paraná, o local de inscrição é:

Gerar - Geração de Emprego, Renda e Apoio ao Desenvolvimento Regional

Endereço: Rua Ébano Pereira, 44 - Curitiba/PR

E-mail: gerar@gerar.org.br

Telefone(s): (41) 3039-6599

Site: www.gerar.org.br

Qual é a maior área de procura?

A área de Mecânica lidera, tendo também foco a engenharia de equipamentos.

1º - Engenheiro Mecânico

Formação necessária: graduação superior em engenharia mecânica.

O que faz: Acompanha, participa e executa atividades de desenvolvimento, manutenção e inspeção de equipamentos, instalações e sistemas, e de estudos de viabilidade técnica de projetos, de acordo com as premissas da companhia, além de participar de avaliação de riscos de implantação de empreendimentos.



2°- Engenheiro de Petróleo

Formação necessária: graduação superior em engenharia. “Fazemos a seleção de pessoas formadas em linhas diversas de engenharia e depois elas vão fazer os cursos de formação”, diz Correa. O curso de formação do engenheiro de petróleo oferecido pela Universidade Petrobras, um dos cargos técnicos mais especializados, dura cerca de um ano.

O que faz: Acompanha, participa e executa os trabalhos de perfuração, completação e manutenção de poços, cálculos das reservas de óleo e gás e estudos integrados de reservatórios, e participa do processo de certificação de reservas.



3°- Engenheiro de processamento

Formação necessária: graduação superior em engenharia química.

O que faz: Acompanha, participa e executa atividades relacionadas aos processos de otimização, produtividade, qualidade de dados, projetos, operações, insumos e matérias-primas, desenvolvendo e utilizando modelos matemáticos e programas de simulação para validação dos processos químicos, petroquímicos e de logística.



Qual a remuneração que é possível obter?

• Nas áreas citadas acima, o salário inicial mínimo de 7,4 mil reais, mas pode ser ainda maior dependendo dos regimes de turnos.

• Nas áreas comuns variam entre R$ 3.400,47 a R$ 8.081,98.

• Um experiente engenheiro de petróleo, por exemplo, pode receber até 100 mil reais mensais.

• Um engenheiro mecânico, ou de petróleo ou de processamento, recebe normalmente na faixa de 15 mil a 20 mil reais mensais.

Quais as áreas de empregos que são oferecidas aos participantes de concursos?

Os cargos de nível superior são para administrador, analista de comercialização e logística – transporte marítimo, contador, enfermeiro do trabalho, engenheiro civil, engenheiro de equipamentos, engenheiro de petróleo, engenheiro de processamento, engenheiro de produção, engenheiro de segurança, geofísico, médico do trabalho e profissional de comunicação social – relações públicas.

As vagas de nível médio/técnico são para técnico ambiental, técnico de administração e controle, técnico de comercialização e controle, técnico de enfermagem do trabalho, técnico de estabilidade, técnico de exploração de petróleo, técnico de informática, técnico de inspeção de equipamentos e instalações, técnico de logística de transporte, técnico de manutenção, técnico de operação, técnico de perfuração de poços, técnico de projetos, construção e montagem nas especialidades de edificações, elétrica, eletrônica, estruturas navais, instrumentação e mecânica, técnico de segurança, técnico de suprimento de bens e serviços e técnico químico de petróleo.

Por isso tudo, não é atoa que a média de anos que os funcionários ficam na Petrobrás é de 17 anos, pois são imensuráveis as oportunidades após o ingresso nesta empresa tão conceituada.

De acordo com Octavio Gouveia, professor e coordenador de um curso preparatório CPOG no Rio de Janeiro, em entrevista a revista exame, afirma que os que almejam uma vaga na Petrobrás devem estudar por dia no mínimo 2 horas e no máximo 4h, a concentração e estudos é a formula mais eficaz de conquistar um lugar na empresa dos sonhos de muitos.



Referências:
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-conseguir-um-empregao-na-petrobras
http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2014/09/petrobras-abre-selecao-para-8088-vagas-de-nivel-medio-e-superior.html



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A Fantástica Fábrica de Chocolates: processo e fabricação.

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Chocolates refinados: gula ou humildade? A empresária Eliane Velomim uniu o útil ao agradável. Velomim construiu seu sonho e agora realiza sonhos de pescadores e confeiteiros parnanguaras.



Elaine Velomim é a filha mais velha dos oito filhos de um casal de pescadores. Desde sua infância trabalhava para ajudar na renda familiar e cresceu com um sonho: ajudar os seus iguais.Vendeu bacucú(peixe tradicional parnanguara) e doces de festas nas ruas durante 25 anos, mas depois de muita luta, sua vida mudou. Foi à Suíça à trabalho através de Angel Gastro e Restaurante Dona Flor, quando descobriu sua paixão por chocolates suíços.

Apaixonada, Velomim começou a se aperfeiçoar na arte manual de criação dos chocolates. Movida pelo seu sonho, desejava aprender cada vez mais sobre essa especiaria e por isso visitou cidades de Portugal, Itália e Suécia. Quando voltou ao Brasil, começou seus projetos sociais, visando o aumento de renda das famílias carentes, criando um DVD que ensina como fazer doces refinados.

Com todo esse conhecimento, Velomim decidiu criar sua própria chocolateria em sua cidade de origem, mesmo sabendo que o ramo é pouco valorizado no Brasil. A Fábrica de Chocolates Vanile veio para suprir suas necessidades financeiras e retomar seu primeiro sonho: ajudar as famílias de pescadores que têm sua renda prejudicada pelo defeso(época que não se pode pescar animais que estão em fase de reprodução).

Atualmente, seu empreendimento cresceu e se expandiu, criando lojas físicas em Paranaguá(Open Shopping), Curitiba(Avenida Sete de Setembro) e São José dos Pinhais. Seu principal projeto para as festas do final desse ano é a valorização do artesanato parnanguara, vendendo seus chocolates em cestas feitas por moradores das ilhas do município de Paranaguá.


Fabricação do Chocolate.



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Próteses: quando a tecnologia dá uma nova vida para quem precisa.

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A amputação de um membro do corpo é um grande desafio na vida de uma pessoa, podendo ser igualado à perda de alguém próximo. No Brasil, estima-se que a incidência de amputações seja de 13,9 por 100000 habitantes/ano; elas podem ocorrer por diversos motivos, como acidentes e doenças, e serem feitas tanto em membros superiores quanto inferiores. O que há algumas décadas era sinônimo de uma vida limitada, com pouca autonomia, hoje, apesar das dificuldades, é um obstáculo possível de contornar, graças à evolução dos tratamentos e ao uso de aparelhos cada vez mais leves, duráveis e sofisticados para locomoção, dentre eles, as próteses mecânicas.
A primeira prótese para substituição de membros do corpo é datada do século 3 a.C., era uma perna feita de cobre, madeira e couro, fabricada basicamente por uma questão estética, num modelo de produção de próteses que não sofreu significativas evoluções até a Primeira Guerra Mundial. Depois da guerra, havia um grande contingente de amputados que necessitava ser protetizado. Na época da Primeira Guerra, já existiam próteses com articulações de joelho, porém seu custo era elevado, então, os componentes tinham de ser confeccionados individualmente em aço.


Modelo de uma prótese usada até o século XX.

De lá para cá, a técnica evoluiu muito, possibilitando uma melhor reabilitação e se preocupando mais com a funcionalidade, ao invés da estética. Hoje, as próteses mais modernas são feitas em fibra de carbono, um material mais resistente e leve do que o aço; e o processo de produção se tornou muito mais fácil, já que algumas empresas deste ramo começaram a utilizar impressoras 3D para a fabricação em massa de próteses, em que é feito um molde virtual da prótese para ela ser “imprimida” (impressa) depois; em oposição ao modo comum de produção de próteses, que usam peças metálicas em sua maioria, que tiveram que passar por processos anteriores, como fundição e laminação. Além do custo de produção mais baixo e da maior velocidade de produção, essa técnica permite a confecção de modelos únicos de próteses, podendo atender a necessidades específicas de um amputado.




Exemplos de próteses usadas hoje em dia.

O objetivo das próteses é reabilitar o paciente para uma vida normal e fazer com que ele possa realizar boa parte das coisas que gosta, como atividades de lazer. E o esporte é uma grande maneira de inclusão de um amputado na sociedade, e a relação de amputados com atividades esportivas rendem grandes histórias de superação, que servem de exemplo para muitas pessoas que passam por momentos difíceis na vida.

Dois grandes exemplos de superação entre amputados são do italiano Alessandro Zanardi e do brasileiro Alan Fonteles.

O piloto Alessandro Zanardi é bastante conhecido nas pistas, com uma longa passagem pela Fórmula 1, além de ser bicampeão da CART, antigo nome da Fórmula Indy, em 1997 e 1998. Com uma carreira experiente e já consolidada, a vida de Zanardi teve uma intensa reviravolta em 2001. Durante uma corrida da CART na Alemanha, após fazer um pit-stop, Alessandro perdeu o controle do carro na pista auxiliar de saída dos boxes, rodou em direção à pista principal e foi atingindo em cheio pelo carro do canadense Alex Tagliani, que estava a mais de 300 km/h. Zanardi foi levado em estado de coma a um hospital de Berlim, onde, após uma cirurgia que durou cerca de três horas, suas duas pernas, que foram seriamente feridas, foram amputadas acima da altura dos joelhos.


Acidente em 2001 quase matou Zanardi, e foi a causa da amputação das suas pernas.

Apesar de todas as dificuldades, ele sobreviveu, e pouco mais de dois anos após o acidente já usava próteses para se locomover, e o mais incrível: voltar a correr. Em 2003, o italiano pilotou um carro da Indy nas 13 voltas que faltavam no circuito de Lausitzring antes de ter se acidentado.

Em 2005, Zanardi voltou a competir, agora em campeonatos da WTCC, categoria de turismo, e ganhou o prêmio Laureus, considerado o Oscar do esporte, na categoria “Retorno do ano”. Enquanto disputava o WTCC, começou a praticar o handbike, espécie de bicicleta pedalada com as mãos, voltada a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Logo em 2007, já chegou em quarto na maratona de Nova York, mostrando o início de sua dedicação ao novo esporte. Depois, ainda disputou um campeonato mundial e maratonas importantes, como a de Veneza e a de Roma, antes de se tornar bicampeão paralímpico, em 2008 e 2012.

“Antes do acidente, eu olhava com compaixão, com pena, para as pessoas que hoje são como eu. Não achava possível ter uma vida feliz sem um corpo perfeito, completo. Depois de perder as pernas, mas não a vida, minha percepção mudou totalmente. Estive muito perto de morrer. Se a batida fosse 30 centímetros para trás, eu estaria perdido. Manter o otimismo e suar bastante na fisioterapia é o melhor que posso fazer hoje. É uma perspectiva e tanto num caso como o meu. Acidentes como aquele raramente deixam sobreviventes. Não posso reclamar. Tenho, na verdade, de agradecer. Quero agora viver com intensidade.”disse Zanardi, em entrevista à Revista Veja, quando perguntado de onde tirou forças para reagir à perda das pernas.


Hoje, Alessandro Zanardi, além de ter retornado às pistas, é um bicampeão paralímpico.

Alan Fonteles: da vida humilde no Pará, ao topo do esporte paralímpico brasileiro.

Alan Fonteles, paraense de Marabá, nasceu em 21 de Agosto de 1992 com uma deficiência congênita e, então, aparentemente sem solução – as suas duas pernas não se desenvolveram além de alguns ralos centímetros logo abaixo dos joelhos. Consequência: na teoria, ele jamais poderia sequer andar.

A história de vida de Fonteles demonstra a possibilidade ilimitada da superação de quem não aceita se render às dificuldades da vida. Sem condições financeiras de cuidar de uma criança especial, os pais, desempregados, foram até Belém, com o objetivo de conseguir ajuda para o menino, que, aos 9 meses de idade, ganhou as primeiras próteses, fornecidas pelo SUS.

Logo cedo, os pais já o inscreveram em aulas de natação, para que o esporte ajudasse no desenvolvimento.

“Ele tinha 1 ano quando o levamos para nadar. Aos 8, decidiu que queria fazer atletismo. A partir daí, começou a treinar sério e chorava para nunca faltar.” — conta a mãe, Cláudia Fonteles.

E foi aí que Alan começou a participar do Projeto Papo Cabeça, para iniciantes, em Belém, onde se aprimorou como corredor e como pessoa, e conheceu o brasiliense Rivaldo Martins, um competidor do Ironman, também deficiente físico.

Em 2007, Rivaldo conseguiu um patrocínio da Challenge Athletes Foundation, entidade que congrega esportistas deficientes de várias modalidades, para que o rapaz de Marabá, que já era conhecido por seu talento nas pistas, viajasse a São Paulo e obtivesse duas próteses ultra-modernas, com encaixes anatômicos, sob medida, e com lâminas de metal. Foi então que Alan entrou para a equipe paralímpica brasileira de Atletismo, onde deu um salto em sua carreira.

Em 2008, Alan disputou seus primeiros Jogos Paralímpicos, e conseguiu a medalha de prata no revezamento 4x100m, e fez história em 2012, ao derrotar o maior fenômeno do atletismo paralímpico até então, o sul-africano Oscar Pistorius, e conquistar sua primeira medalha de ouro paralímpica na prova dos 200m rasos.

Hoje, Alan é o atual campeão mundial de Atletismo nos 100 e nos 200 metros, sendo o dono do recorde mundial dessas duas provas, além de ter se tornado um ídolo e um exemplo no mundo inteiro.



"Desde criança, sempre fiz as coisas normalmente. Eu nunca fiquei falando 'ah, não vou fazer porque não consigo'. Minha mãe sempre me tratou como uma criança normal. Meu pai também. Então, sempre passei para as pessoas que não é porque eu uso prótese que eu tenho de ser tratado de forma diferente"– Alan Fonteles.



Referências:
http://www.fiepbulletin.net/index.php/fiepbulletin/article/view/1449
http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/27/artigo215663-1.asp
http://passofirme.wordpress.com/2011/03/11/a-incrivel-evolucao-das-proteses-na-medicina-moderna/
http://orthoenam.skyrock.com/2398747349-HISTORIA-DAS-PROTESES.html
http://esporte.ig.com.br/automobilismo/2012-09-11/historia-de-alex-zanardi.html
http://esporte.uol.com.br/atletismo/ultimas-noticias/2013/08/01/fenomeno-paraolimpico-alan-fonteles-agradece-a-deus-por-deficiencia.html
http://veja.abril.com.br/300102/entrevista.html



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Beleza e Maquiagem: o princípio.

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Já se perguntou como surgiu a maquiagem que cobre seu rosto e te deixa tão linda? Não? Reunimos um pouquinho da história dessa invenção maravilhosa – que convenhamos, todas as mulheres agradecem todos os dias.

O princípio
O nome maquiagem vem do francês maquiller, cujo significado é pintar o rosto, mas os primeiros indícios datam do Egito Antigo, por volta de 3000 a.C!
O primeiro pigmento utilizado para o embelezamento de mulheres – e também homens - foi o Kohl. Ainda hoje usado como sombra, é uma substância preta que, além de um símbolo de status usado por nobres também era usado para proteger os olhos dos efeitos dos raios do Sol.

Beleza na Antiguidade
Naquela época, já eram populares entre os egípcios três produtos que hoje também utilizamos:
• Sombra: A mais antiga das maquiagens era usada pelos egípcios milênios antes de Cristo, era o kohl. Fragmentos desse pó - uma mistura do mineral malaquita com carvão e cinzas -, foram encontrados em vasos nas tumbas de Menes, faraó da primeira dinastia egípcia, de cerca de 3000 a.C.

• Blush: Segundo relatos do dramaturgo Aristófanes, na Atenas do século V a.C. as mulheres já usavam itens como gordura e tinta vermelha para produzir um efeito corado nas faces.

• Batom: na Roma Antiga, mulheres misturavam ingredientes como papa de cevada, chifre de veado moído e mel para produzir pastas que eram aplicadas nos lábios da boca. Porém, nessa época, a pasta produzida era utilizada para proteger os lábios contra o frio e o ressecamento. E quais eram as cores?
☼ Vermelho: na Antiguidade, essas maquiagens continham óxido de ferro, tirado de rochas moídas;
☼ Preto: a coloração era tirada de compostos contendo elementos básicos, como carvão e cinzas;
☼ Verde: obtido a partir de um minério chamado de malaquita, que tem coloração de tons verdes.
☼ Amarelo e ocre: a principal matéria-prima usada para produzir esses tons era a argila.

Mais tarde na Europa, tanto na Grécia como na Roma antigas, também foram desenvolvidos outros produtos de beleza. Contudo, após a queda do Império Romano (no século V d.C.), o uso desses produtos foi quase que abandonado na maior parte do continente europeu.

Idade Média
Na Idade Média, época mergulhada na religiosidade, maquiagem era sinônimo de pecado e luxúria, e aquelas que pintassem o rosto seriam então mulheres fáceis e prostitutas. Poucos sabem, mas a maquiagem já foi sujeita de punição semelhante à da bruxaria. Enquanto isso, no lado oriental e ainda na idade média, os chineses inventaram o pó-de-arroz. Assim, os japoneses passaram a utilizá-lo para uniformizar o rosto de mulheres, e com todas iguais evitavam-se os confrontos e ciúmes entre homens. O Oshiroi era aplicado, sendo esse um pó espesso e de caráter argiloso feito de farinha de arroz que até hoje é utilizado pelas famosas gueixas.


Popularização
Os cosméticos começaram a se popularizar apenas no século XVIII, mesmo que em muitos países, como a Inglaterra, muitas mulheres mais conservadoras considerava-los vulgares e associavam às ideias de promiscuidade. Esse preconceito só teve seu fim no início da década de 1920, que deu o impulso que faltava para a maquiagem se transformar em mania mundial.


No decorrer das décadas de 1900
Década de 30: o cinema foi essencial para a divulgação da maquiagem. As atrizes hollywoodianas conquistaram a todos. A principal característica da maquiagem nessa década eram as sobrancelhas finas e olhos pretos esfumados.


Décadas de 40 e 50: lábios realçados, delineador, cílios postiços e sombras em tons pastéis e claríssimos, traziam aspecto feminino e delicado à mulher. A diva dos cinemas Marilyn Monroe é um exemplo perfeito para as décadas. Com sua pele clara e lisa, abusava de batons vermelhos, tornou-se ícone de beleza.


Década de 60: as principais características dessa década são a liberdade de expressão e o exagero. A modelo Twiggy e seu estilo andrógino caracterizam bem esse período.


Década de 70: as cores de maquiagem tornaram-se populares, acompanhando as coleções da alta-costura francesa, italiana e inglesa. Com o movimento hippie tornou-se colorida e bem viva, o que podemos ver na imagem abaixo da revista Vogue (UK) do dia 15 de abril do ano de 1971.


Década de 80: houve uma certa divisão entre as mulheres dessa época. Em um lado mulheres com makes elaborados e excessivos, e do outro algo mais natural e clean, seguindo a tendência do culto ao corpo saudável.

Década de 90: período minimalista, onde o natural foi o escolhido para ser o padrão mundial de beleza.


A partir dos anos 90, temos uma contínua evolução dos nossos sagrados produtos, agregando à eles qualidade. É uma aquarela de cores e texturas, com produtos exclusivos para cada tipo e tom de pele, que visam realçar o belo e disfarçar as imperfeições, sem mencionar que ainda nos proporcionam proteção contra raios UV, previnem contra rugas, além de outros tratamentos.


Beleza e Maquiagem: o princípio. Tutorial Maquiagem Egípcia.



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